sábado, 26 de maio de 2012
SONHOS POÉTICOS - POESIAS DE CAMALHAÇO -2001
ARTE DA EXPRESSÃO
A poesia é refugio do pensamento,
É um mundo de expressão,
Do que sentimos por dentro,
Expressados pelo coração.
A música és refúgio da alma,
Que no tom serenamente,
Traz paz que acalma,
O espírito dormente.
A escultura concretizada,
És a imagem enaltecida,
Da paisagem sonhada,
De antes esquecida.
A pintura revestida de cores,
Nos pensamentos coloridos,
Realça-se os amores,
De então adormecidos.
Na poesia o coração,
Na música serenamente,
Na escultura traduzi a paixão,
Na pintura colori de repente,
Em todas a arte da expressão.
POESIA
Os sentimentos são as sementes,
Que se planta no coração,
Das sementes que se sente,
Da alegria e da desilusão.
A poesia é assim,
Nasce no coração,
És um belo jardim,
Com flores da paixão.
A poesia deve ser regada,
A cada dia com amor,
Tornado-se florada,
Tornando-se uma flor.
Poesia se faz na emoção,
Viajando pelos sentimentos,
Ganhando a imaginação,
Dos lindos momentos.
sexta-feira, 25 de maio de 2012
Falta aos leitores barrenses: o hábito da leitura.
O hábito de ler um romance on line/ebook ou em formato de livro é uma temperatura literária que está abaixo de zero na cidade de Barras. Este clima romanesco de nossa “Terra dos Poetas”, que tanto aquece as imaginações dos autores barrenses, e faz brotar poetas/obras incomparáveis, quase não faz ondular como as ondas do marataoan, por um fenômeno, aliás, explicável. Falta o hábito da leitura.
Tornamos nós, como leitores preguiçosos ou os nossos espíritos críticos não dariam o valor correto aos que fazem produção literária?
É quase nulo, o movimento intelectual em Barras. Os livros que aparecem, são raros, poucos, os que se aproximam da realidade da terra dos poetas e governadores, nem sempre dignos de exame da crítica ou dos nossos leitores barrenses.
Há decerto, exceções tão esplêndidas quanto raras dos nossos escritores, e por isso mesmo mal compreendido pelos nossos presentes leitores, mas graças à ausência de uma opinião literária aguçada, nossos escritores semeiam suas artes literárias ao vento, aos babaçuais e carnaúbas.
Até onde irá essa situação da opinião literária de nossa Barras?
Nenhum leitor barrense pode dizê-lo, mas os meios de iniciar a reforma de nossos leitores para uma visão leitora da produção local que parecem-nos claros e símplices, e para achar o antídoto basta indicar a natureza do mal, o interesse de nossa gente, o hábito de leitura.
A nosso ver, há duas razões principais desta situação: uma de ordem material, outra de ordem intelectual.
A primeira, que se refere à impressão dos livros, certo?.
Á impressão cara, e de nenhum ou quase nada de lucro pecuniário, prende-se inteiramente. À segunda que é a falta de gosto formado no espírito do público barrense.
Com efeito, quando aparece entre nós um exótico leitor, nós escritores conseguimos carregá-lo nos braços, ninando, por meio das imaginações de outros mundos e isso é vantagem aos poetas/escritores barrenses, pela simples razão de que suas produções são aceitas, mas a formação de um público verdadeiro, um público que anseia as produções literárias é problemática e difícil.
A opinião de nossos leitores barrenses é o que devia sustentar o livro, o romance, a poesia e dar-lhe voga, coroá-los enfim no “Cenário Literário” de nossa terra, de nossa gente e esses autores como heróis, brilharem pela receptividade da obra.
Há um círculo limitado de leitores em Barras. Essa concorrência por desconhecer a literatura local é quase completa, e os livros que aparecem morrem nas alcovas literárias do não reconhecimento.
Não dizemos que isso aconteça com todos os livros produzidos, nem com todos os autores barrenses, mas a regra geral é essa. Se a receptividade de uma opinião literária de nossos leitores torna difícil a publicação dos livros, não é esse o menor dos seus inconvenientes na nossa terra dos governadores; há outro, de maior alcance, futuro cultural inexistente no hábito de ler e que se apodera dos leitores.
Na luta entre a vocação literária e a indiferença dos leitores, daqui se pode concluir que o escritor/poeta que trabalha literariamente, apesar dos obstáculos, merece duas vezes as bênçãos de nossa senhora da Conceição.
Um exemplo é o grande número de acessos ao blog de literatura barrense: apareceu há dias no blog: joaquimnetoferreira.blogspot. com ou Barrasliterária, um livro primoroso, caipira poderia se dizer, uma obra selada pelas reminiscências de um jovem talento, aliás agora conhecido.
“Terra de Marataoan”, um romance que está sendo lidos seus capítulos on line, os capítulos são apreciados e encontra o agasalho do leitor de todo o Piauí e de fora do Estado, uma humilde obra diriam alguns, mas daquelas que merece o troféu pela ousadia.
A respeito dela, mais detidamente, uma luta se inicia para publicá-la e deprime, pois na própria provinciana Barras que o poeta escolhe para ser a peça central do teatro, no romance não recebe estímulos dos leitores e literatos, por isso existem dificuldades em se promover ativamente, o resgate do movimento intelectual/cultural barrense;
Barras de marataoan já nos deu algumas produções de merecimento incontestável, e se o romance “Terra de Marataoan “, não naufragar no marataoan dos não-leitores, como todas as cousas boas de nossa cidade, pode-se esperar que ela contribua para levantar os espíritos dos autores barrenses do marasmo em que estão.
FONTE: TEXTO REPRODUZIDO ORIGINALMENTE DO PORTAL DE NOTÍCIAS 180GRAUS.COM/COLUNA ARTIGOS.
ACESSE O LINK:
| O Sol, o Tempo, o Escritor e os Versos. O escritor exalta a terra de marataoan. |
O sol de Barras, hoje é um tanto de inspiração e de tanta vida que meus neurônios são convulsivos e inflamam. A pele ardi sem conforto. O que resta de um escritor, sob o sol da terra de marataoan. Sou um escritor que anda pela sombra esvaecida, que anda um pouco triste que as lágrimas agonizam e resvalam no amor a terra amada, em forma de escritos.
Os escritos se aquecem nas ilusões que chegam a quebrar como ondas no coração. Os parágrafos do texto deixam saudades a levar na vida e que arqueja de fome pela terra amada, e isso faz-se leito. Hoje as trevas do pensamento é solidão que se dissipa com as réstias do sol barrense.
Hoje a aurora da vida amanheceu eterna, amanheceu nublada, cinzenta, sem cor na cor de todas e a larga fronte da escrita é tédio, é nada, é sem liturgia. Os escritos eternizam-se com o apagar do sol sob cidade que se acolhe e encolhe-se toda nas nuvens de treva maldita.
O sol mentiu. O sol fadário que me acordou e rasgou a primeira página do dia, a página primeira que me despertou sonolento na manhã desse sábado. O sono se rasgou pela réstia do sol, um pobre gênio de Deus feito por Deus, um gênio sudário que a aurora despertou do túmulo da noite.
O tédio faz-me morrer de fome. O tédio é caminho que deita nas curvas do tempo. O semblante do dia é lábio que o tempo flutua-lhe o riso de esperança, o riso adormecido. O tempo é de agonia, o tempo é mulher, o tempo é amigo e os raios do sol são amigos.
Diante do céu barrense nublado é de tristes olhos, o céu barrense chora por não ter o sol a brilhar o dia todo. O sol, esse gênio dono do tempo, o sol esse relógio brilhante suspenso nos céus chora, e ainda mais chora eu. Eu vejo o punhal férreo do tempo, com o tempo apunhala minha juventude, meus dias efêmeros sob essa terra barrense.
O tempo senhor de todos e que ver todos passarem. Contudo, eu era bem morto desde a aurora, um ser que já nasceu morto, desde o principio, desde a aurora. O escritor é alguém lançado ao sol poético e o corpo imóvel a secar no sol barrense que rejuvenesce na cova.
Barras tem razão, é minha cidade que pensa e é sisuda, Barras tem um cérebro sublime, a terra de marataoan vale um poeta e é o remédio para o tédio de um pobre louco que leva os dias a sonhar em ser escritor. O insano da Literatura é que é um amante de utopias e de cujas virtudes é um tempo sem Deus. É tempo sem poesias, é tempo de loucura.
É um defeito no cérebro do pobre escritor barrense. O pobre escritor barrense pediu em vida, a esmola de lerem seus versos, que aos deuses barrenses suspensos nos céus roga a divina inspiração. Os versos do escritor tremem de miséria e fome por leitores que fazem da literatura barrense, um leito no hospital dos loucos.
O dia nublado é gelado de sonhos, mas é vivo que chega a desprezar as rimas dos versos. O dia cansa os braços na escrita e se arrasta como um morto. O dia esvazia o misérrimo sentimento ufanista que nas pedras das lavadeiras do marataoan se emprega de lodo e vício.
A terra de marataoan é dos poetas, é de um poeta — apenas isso: Procure amar os poetas da terra dos governadores. Poetas adormecidos, poetas de poesias murmuradas nos lábios como um beijo de moça barrense.Quem não admira o poeta que ama os versos.
Poeta que namora os versos. Poetas que pede das esmolas, as rimas que resta nos ricos versos. Deixem os versos, queimem-se os versos que não servem, avance nas estrofes trêmulas que nutrem o trovador barrense.
|
ARDENTES DESEJOS
Beijar-te os lindos lábios,
É um prazer que nunca senti,
Enroscar-me no teu corpo,
É sonho, que nunca vivi.
Os olhos contemplam o seio lindo,
Que de tão belo vão seduzindo,
Consumindo-me de desejos,
Excitando a libido nos doces beijos,
Teus lindos cabelos, vão me emaranhando,
Escravizando no teu mundo,
Para ti, está sempre amando.
Queria teus beijos provar,
Deliciar de teus afagos,
Ter a liberdade, desse sonho sonhar.
FIDELIDADE
Tornar-me-ei na pureza de teu amor,
Mesmo que tentações carnais acometidas,
Envolva-me no manto da dor,
Meus sentimentos, não sairás ferido.
Pois quanto mais tenho amado,
Mais o amor tem se fortificado,
No coração e no meu ser,
E hei de nunca esquecer.
Quando a impureza tentar me ferir,
Mais de amar viverei,
Pois os sentimentos teus senti,
Do amor nunca esquecerei.
De tanto amar a ti, seguro estarei,
Pois a amo em abundância,
Teu amor me dar esta confiança.
quinta-feira, 24 de maio de 2012
SONHOS POÉTICOS - POESIAS DE CAMALHAÇO - 2001
AMOR APRISIONADO
LIBERDADE DE DOR
Encontro-me preso ao amor,
Algemado junto á solidão,
Sinto escravizar as alegrias,
Que não libertam o coração.
Lugar que aperta as emoções,
Escuridão que reflete o fogo,
Luz que águas mergulhas,
Encontrando desilusões.
Quem estará com a chave,
Desta prisão tão sufocante,
Que me rasga o peito,
Como uma navalha circundante.
O corpo meu, arde de friezas,
Grito por este mundo agonizante,
Quem aprisionarás minhas tristezas?
Oh! Quando meu grito ecoará,
Quando teu coração vieres me dar.
DÁDIVA DO SONHO
Da vida és amores teus,
Dos amores dádiva de Deus,
Do nascer floresce o coração,
Do morrer desfaz a paixão.
O refletir das tuas mágoas,
És correntezas de agonias,
És um vale de águas,
Espelho que reflete fantasia.
Imagem nos sonhos de antes,
Dos momentos na vida, a melancolia,
Só me resta a esperança, de tua alegria.
Vejo no lindo rosto suspiros,
Em meio de pastos verdejantes,
Entre folhas, puxa! Quem veio me despertar.
quarta-feira, 23 de maio de 2012
SONHOS POÉTICOS - POESIAS DE CAMALHAÇO - 2001
CANÇÃO DA MANHÃ
Da canção que vibra pelos cantos,
Espalhando sua melodia,
Das canções exalam encantos,
Saudando o amanhecer do dia.
O suave som deslumbrado,
Acorda o mundo adormecido,
Levando a lugares inesperados,
Nos humanos corações esquecidos.
Nostalgia que embala,
A canção nunca vivida,
No íntimo das águas se exala,
Oh! Linda canção, que se faz,
Rasgando auroras nunca corrompidas,
Destes doces cantos matinais.
PERCURSO DA UMA IDEIA
A luz surge com brilho ofuscante,
Dentro das trevas do pensamento,
Voa como flores levadas pelo vento,
Por caminhos nunca andados antes.
É destino que não tem fim,
É começo que nunca chega,
Viaja pela vida,
Desafiando a própria sorte,
Pois neste vale da alegria,
Temerosa só a morte,
Torna-se busca constante,
Nesta longa brevidade,
Mas quando se consome,
Transforma-se em eternidade.
terça-feira, 22 de maio de 2012
O abismo entre o público leitor e o escritor"...
Uma literatura que vislumbra o passado em detrimento do presente e futuro de escritores contemporâneos.
O escritor barrense cultua a arte de idéia que aparece em grandes proporções no começo dos anos dois mil. Ele não se reduz ao simples foro de uma literatura de uns para uns. Todos os atavios da literatura barrense são pêndulos e marca a hora da geração milenista com o talento monótono de acadêmicos cediços e fatigantes de uma literatura piauiense cômoda.
O escritor numa determinada sociedade não é apenas o “indivíduo” capaz de exprimir a sua originalidade, mas alguém desempenhando um “papel social”, ocupando uma posição relativa ao seu grupo profissional e correspondendo as expectativas dos leitores.
Pode-se dizer que é um panorama dinâmico, pois a obra realizada exerce tanto sobre o público no momento da criação e da posteridade quanto sobre o autor, cuja realidade se incorpora e a fisionomia espiritual que se define através dela. Esse dinamismo da obra influencia o comportamento dos grupos e define relações entre os homens.
Ora, a espontaneidade pára onde o fazer literário começa; os talentos, em vez de se expandirem no largo das concepções infinitas, limitam-se à estrada indicada pelo resultado real e representativo das suas fadigas literárias. O escritor barrense é um Prometeu atado ao Cáucaso.
Daqui uma porção de obras perdidas, de obras não lidas, obras desconhecidas do público barrense ou por não haverem promoções ou desinteresses daqueles, as vocações literárias barrense são na atualidade viciosas e simpáticas a atmosfera de um público acanhado.
A literatura é um sistema vivo de obras, agindo umas sobre as outras e sobre os leitores; e só vive na medida em que estes a vivem, decifrando-a, aceitando-a, deformando-a. A produção da obra literária deve ser inicialmente encarada com referência à posição social do escritor e à formação do público. A posição do escritor dependerá do conceito social que os grupos elaboram em relação a ele, não necessariamente ao seu próprio.
Deve-se considerar, relacionando-os ao grupo de fatores que integram o conceito de público. A obra sendo mediadora entre o autor e o público, este é o mediador entre o autor e a obra. O autor só adquire plena consciência da obra através da reação de terceiros, sendo esta necessária para sua autoconsciência. Por isso, todo escritor depende do público, tanto que é a ausência ou a presença dessa reação que decidirá a orientação de uma obra e o destino de um artista.
O sudário de morto sobre a literatura barrense é uma tenda sobre a nossa arte. Daqui a pouco os escritores que havia, vão desaparecer pelo despercebido público de nossa terra que prenhe a âmbula do desinteresse pela nossa literatura. Serão desconhecidas as causas desse desinteresse pelas obras? Não é difícil assinalar a primeira, e talvez a única que com maiores efeitos tem produzido. Entre nós não há iniciativa.
Não há iniciativa, isto é, não há mão poderosa que abra uma direção aos espíritos literários do nosso povo; há terreno, mas não há semente; há rebanho, mas não há pastor; há público, mas não há outro sistema dentro do sistema vigente. A arte com o passar dos anos para nós sempre foi órfã; adornaram-se nos esforços, impossíveis, de alguns caracteres degredistas como Torquato Neto, Mário Faustino, mas, caminho certo, estrela ou alvo, nunca os teve.
Assim, basta a boa vontade de um exame ligeiro sobre a nossa situação artística para reconhecer que estamos na infância da literatura pobre; e que ainda tateamos para darmos com a porta da adolescência literária de um Ulisses que parece escondida nas trevas do futuro num Beira rio, beira vida, exceto em H. Dobal e O.G Rêgo de Carvalho cuja iniciativa em arte não se limitou ao estreito círculo do tablado longínquo da terra natal.
Há muito tempo que nossa literatura — vai além dos limites das Academias de Letras, vai ao povo. O público aqui é perfeitamente educado a uma literatura do passado e a resposta é negativa quanto ao presente e futuro dos escritores contemporâneos. No Piauí, e em especial Barras, o público leitor ainda é um tablado balbuciante e errado, e é um anacronismo, uma impossibilidade de ter uma consistência. Há uma interna relação entre uma e outro.
O escritor barrense não agrada a reis nem a príncipes. E o responsável do ânimo poético é [...] a existência. Neste atordoamento do escrito nasce qualquer coisa de poético, literário e novo. Que o escrito de vocábulos sente o medo [...] sentem.
As palavras do texto poético vão aureolado de dentro da alma. Como cada linha do texto se ergue em riscos e rabiscos negros e que enegrece a alvura do papel no momento do despejo das letras em cada linha, eles crescem formando-se parágrafos. O texto não nasce isolado, ele nasce cheio de prenúncios, em silêncio e existe dentro de si.
Quanto mais claro o texto literário viaja na mente fatigada do escritor, mais ele ver o quanto não o compreende e isso o torna menos incompreendido, incompreensível. É até paradoxal pensar assim...
O decorrer dos dias para o escritor é algo subjetivo e objetivo. É bem verdade que o tempo envelhece tudo, apodera-se do que é apoderado, mas não apavora os fantasmas ressuscitados e exorcizados de dentro do escritor para a realidade.
Hoje o escritor barrense é tudo. É poeta, é critico literário e tem as [razões] nessa treva de ilusão literária, o mistério de uma literatura e isso é demasiado consciente, atento ao substancial do existir.
A [consciência] do escritor é tudo. Cada coisa p'ra mim é porta aberta para a escrita. Por onde vejo a mesma escrita, vejo o que posso escrever; Quanto mais leio, mais eu compreendo de quanto é luz para uma escuridão dentro das janelas do conhecimento;
Quanto o escritor compreende, mais ele sente que é claro compreender. Nossa literatura desperta para a consciência. O escritor escreve consciente de tudo e inconsciente do nada. Ele arranca a máscara do surreal e escancara a nudez do texto literário na expressão do que compreende da realidade.
Há uma forma de pensar e de crer a escrita literária. Primeira no imaginar, no sonhar e no sentir, a alma humana frente a frente. A iniciativa da formação de um público leitor , pois, deve ter uma mira única: a educação do público leitor. Portanto, a Literatura Barrense é fecunda e o elixir necessário à situação; é um dedo que, grupando público e escritor, folheie a ambos a grande literatura que é arte nas relações sociais, e isso é do que precisamos na atualidade.
Assinar:
Postagens (Atom)








